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11 junho 2017

Lembram-se do UDY♥?

Olá! :)

Lembram-se do doce UDY♥? Pois é, agora é irmão mais velho! :) 
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18 dezembro 2012

Posso-vos contar uma história?


Era uma vez uma rapariga e um rapaz que eram de cidades diferentes. A rapariga mudou-se para a cidade do rapaz por questões profissionais e fez o destino com que eles se conhecessem no trabalho e quase de imediato se sentiram muito ligados. Com o passar do tempo e o próximo convívio, aperceberam-se que adoravam estar juntos. Durante todo o dia riam-se imenso, conversavam sem barreiras e sentiam-se livres de serem eles próprios um com o outro. Um dia, o rapaz convidou a rapariga para irem ao cinema. A rapariga com muita timidez aceitou e assim foi, o primeiro encontro. A rapariga ainda hoje já não se lembra qual o filme foi ver, tanto era a felicidade e nervosismo de estar sentada mesmo ao lado do rapaz que ela se sentia tão próxima, sem saber ainda bem porquê, não se conseguiu concentrar no filme e passou o tempo todo a pensar nele e como se sentia bem ali com ele.
Depois do cinema, os dois amigos ficaram longas horas à conversa dentro do carro, entre sorrisos e olhares cúmplices lá se despediram e quando a rapariga ia a entrar em casa, recebe uma mensagem no telemóvel a dizer "és linda". Essa mensagem deu início a um período mágico e encantador da vida destas duas pessoas. No dia seguinte o rapaz voltou a convidar a rapariga para sairem. Desta vez para irem dar uma volta na sua mota. A rapariga que sempre gostou de aventuras aceitou, nunca pensado que a mota dele seria daquelas que assustam só de ouvir passar. A rapariga ficou nervosa e entusiasmada ao mesmo tempo, nunca tinha andado numa coisa daquelas. O rapaz perguntou a sorrir se ela tinha medo de andar. A rapariga respondeu de igual modo, que de maneira nenhuma sentira algum medo. Começaram a andar,  a rapariga agarra o rapaz no tronco para se segurar, a timidez apesar de existir, rápidamente era ultrapassada com a  vontade de o querer tocar pela primeira vez. Entraram na via rápida, o rapaz agarra a mão da rapariga e coloca-a sobre o depósito da gasolina e diz, "segura-te bem" e acelera. A rapariga nunca sentira uma adrenalina assim e sorria frenéticamente dentro do capacete. Foram muitas emoções juntas, a mota e o rapaz. Chegados ao local, os dois amigos foram caminhar à beira rio. Riram-se muito e ele deixava a rapariga tão à vontade. Surgiram conversas tão fortes e bonitas e simples ao mesmo tempo, que os aproximou ainda mais. Ela tentava perceber o que era aquilo que estava sentir, pois daquela forma nunca sentira antes. Parecia que aqueles dois encontros já tinham acontecido há muito tempo atrás, parecia que tudo aquilo fazia sentido, foram duas noite inesquéciveis. Ele fazia e dizia tudo tão certo de modo a que parecia realmente um conto de encantar dos tempos modernos. O rapaz dizia coisas lindas à rapariga. Fazia-a sentir a mais especial do mundo. A rapariga não conseguia parar de sorrir. Depois desses encontros, foi a vez da rapariga surpreender o rapaz. Convidou-o para ir até casa dela, conversarem e estarem um pouco juntos, porque sabia tão bem, aqueles momentos apenas os dois. Ele assim aceitou. Depois de horas e horas de conversa e filmes e brincadeiras que tinhámos, os dois amigos deram o primeiro beijo. Foi a sensação mais poderosa que a rapariga sentiu até hoje, parecia que o coração dela estava a sair de dentro do peito e iria explodir a qualquer altura. Era uma chama tão intensa, que difícilmente se poderia apagar. Ardia tanto, que não conseguiam parar de se beijar e beijar e beijar. Nasceu assim, de uma paixão avassaladora, um amor tão forte, tão cúmplice e bonito, que até hoje, passados quase 3 anos, cada vez que a rapariga beija o rapaz, a magia acontece sempre e ela sente sempre uma paixão tão grande que a faz querer estar sempre a beijá-lo sem parar.


26 outubro 2012

Recordações doces


O meu avô, pai do meu pai, foi das pessoas mais importantes na minha vida. Apesar de ter falecido tinha apenas eu uns 6 aninhos, está gravado na minha memória como se tivesse sido ontem o último dia que o vi.
Já os meus pais iam no 2º filho rapaz e não faziam quaisquer intenções de terem mais filhos, e o meu avô pedia e pedia que lhe dessem uma netinha, porque o sonho dele era ter uma menina. 
Até que, o seu sonho realizou-se, pois mesmo sem estar nos planos e quase quase para não ter acontecido, nasci eu, a menina dos seus olhos. 
Éramos tão unidos. Eu adorava andar com ele para todo o lado. Tenho memórias claras de momentos passados com ele, coisa que não acontece com outros acontecimentos da minha vida mais recente.
Lembro-me de irmos dar pão aos pombos no parque, dele agarrar um e pôr-me a dar festinhas e eu ficar completamente fascinada com aquilo. De como íamos sempre lanchar ao café: um bolo de arroz e um garoto, deixava-me sempre rapar o açúcar que ficava no fundo da chávena. De como ele, ás escondidas da minha avó, me dava colheres de ovomaltine! Como eu adorava aquilo..e até hoje julgo que foi aí que me tornei uma gulosa de 1ª.
Recordo-me perfeitamente que foi ele quem me ensinou a andar de bicicleta.. que foi sempre ele que me incentivou a aprender a escrever, mesmo quando ainda eram só gatafunhos dizia que estava a ir muito bem.
E das memórias mais engraçadas, de como me punha a ver a Rua Sésamo na sala e eu ria e ria e depois obrigáva-o a fazer-lhe totixos no seu pouco cabelo e ele deixava sempre com um sorriso.
Sim, eu tive o avô perfeito, foi pouco tempo, mas estará comigo para sempre..

27 julho 2012

Entre amigas


Já não falava com a minha amiga Cat há alguns meses. Andamos sempre muito desecontradas, vida, casa, trabalho.. Mas a nossa relação é fora do normal das típicas relações entre mulheres. Já morámos juntas, nos meus primeiros tempos em Lisboa e a nossa cumplicidade é vísivel. O "reencontro" através de sms é feito assim:

Cat - Que andas a fazer?
Eu - Hás-de ter muito a ver com isso.....e tu?
Cat - Eu perguntei primeiro!
Eu - Estou à espera de ir beber um café contigo.
Cat - Onde e quando?
etc..etc...

E voltamo-nos a ver como se tivesse sido ontem a última vez.

25 julho 2012

Há coisas que não se explicam


O amor é uma delas. Mais do que o amor, a cumplicidade entre duas pessoas é algo que acontece tão raramente. A meu ver é aquilo que melhor define uma boa e sólida relação, seja ela de que forma for, de namoro, de amizade, familiar. Mas quando a cumplicidade acontece e cresce entre duas pessoas que não se conhecem a vida toda, é algo que a meu ver vai para além do amor. Podemos sentir muito amor por alguém, mas se na relação com essa pessoa não existe cumplicidade, não existe aquele clique que nos faz sentir nós mesmos, livres de nos expressarmos, totalmente puros e sinceros, para mim é uma relação que não subsiste. Porque é feita apenas de um sentimento que, por mais forte que seja, por si só não suporta todos os obstáculos de uma vida em comum. É preciso muito amor para manter uma relação, mas é preciso muito mais do que isso para ela se manter forte e poder evoluir e crescer.

29 junho 2012

Os meus fins-de-semana










Outono 2011 - Casa da família

Valem ouro, valem tudo.
Descanso, paz, ar puro, amor muito amor, família, amigos, nós, momentos a dois, coisas simples..as coisas que mais prezo na vida.