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26 janeiro 2013

Palavras soltas

 
A vida ensina-nos tantas coisas e como eu gosto de aprender e sempre gostei.
Mesmo quando aprendo lições más - ou melhor dizendo, menos boas -  gosto de as aprender. Sinto que subi mais um degrau na minha aprendizagem pessoal. Sinto-me até digo, mais poderosa! Sim. Porque posso lidar com esse novo conhecimento e jogar com ele ou proteger-me dele à minha maneira. Há quem, com isso, talvez de medo ou receio, comece a criar máscaras e a refugiar-se do que é menos benéfico para si, mas com isso cavam um enorme fosso entre si mesmo e a realidade. Camuflam-se e muitas vezes deixam a sua essência desaparecer por entre tantos medos. Eu não me mascaro, mantenho-me integra à minha forma de ser pois é aquilo de mais rico que tenho! Mas com essas aprendizagens completo-me duma forma brutal, sim de novas armas e bagagens de vida que basicamente só me ajudam a ir em frente e a melhorar sempre. Todos nós já sabemos que é com os erros que aprendemos, ora, não só com os nossos mas com os dos outros e aprende-se realmente muito. A perder um pouco da nossa inocência é verdade, mas se formos espertos, não a podemos perder totalmente, pois é ela que nos sustenta, que nos agarra à nossa origem de ser. Podemos estar mais alertas e precavidos, mas aquele pequeno modo de ser, fiel a si mesmo, é o que nos distingue dos outros e nos faz ser..especiais. Eu hoje sinto-me.... especial, por nada mais, apenas porque me quero sentir assim. É bom sabermos avaliarmo-nos no bom e no mau, mas acima de tudo,  valorizarmo-nos sempre.

06 dezembro 2012

A ironia da vida

Há pessoas que têm uma habilidade incrível de nos fazer parecer uma coisa e depois tornarem-se noutra. Tanto para o bem como para o mal. Infelizmente é que, para o mal, costuma ser muito mais frequente.
Eu já começo a aprender algumas coisinhas valiosas da vida, mas se há coisa que ainda continuo a errar, é em acreditar sempre à partida no bom das pessoas. O pior é quando as pessoas em quem eu acredito e tenho consideração se tornam, com o tempo, no oposto. Existe depois uma fase de "habituação" à nova pessoa dentro da pessoa que conheci, e até aí eu tento acreditar que foi só uma "fase" e que a pessoa não é realmente assim tão vazia de sentimentos bons. Mas depois, continuam a dar provas de que eu é que sou parva em acreditar, e pior, fazem de mim parva e tentam passar-me a perna, mas não estão à espera que eu riposte e que lhes mostre o meu modo de ataque. E é ver uma pessoa abrir os olhos e ver que nesta criatura aqui não pisa os calcanhares e começar a ver uma novíssima atitude para comigo, uma mudança da noite para o dia. A ironia, é que aí, quem está em controlo sou eu, porque já não acredito no que não existe e a pessoa já se sente desmascarada.

03 dezembro 2012

Reflectindo-me


Apercebi-me porque algumas vezes me tenho sentido desnorteada e isso reflectir-se no meu humor. Preciso de sentir novamente que tenho o controle total da minha vida. Estou há demasiado tempo ao sabor do vento. Como já expressei aqui algumas vezes, o que mais me deixa triste e angustiada com a vida, é não ter estabilidade, não saber sempre com o que contar e principalmente não me sentir feliz em algo que tenho que fazer muitos anos na vida. Tenho a felicidade de ser uma pessoa preenchida e realizada a nível sentimental, tenho quem quero e quem me faz mais feliz. E isso por si, preenche praticamente tudo o resto na minha vida, mas a nível profissional ainda não consegui alcançar muito. Sinto-me ainda um pouco vazia nesse campo. Não me identifico nem me preencho em nada do que fiz até hoje e com o avançar das coisas, com esta loucura toda, da realidade actual do país, fico cada vez mais preocupada a pensar, primeiro, será que vou continuar a ter a sorte de conseguir sempre algum trabalho mas também,  será que alguma vez irei sentir paixão pelo que faço? E isso será suficiente para alcançar o que pretendo? Já fiz tanta coisa em tão pouco tempo, que começo a sentir sérias dúvidas que irei encontrar o meu lugar certo. Precido de me sentir sempre activa e feliz nesse sentido, é isso que me define, é isso que me falta. Faz-me falta a segurança, a certeza das coisas que me faz sentir livre para ser e fazer o que quero. É um constante pensamento de incertezas que me afecta o espírito e fico sensível a tudo. Fico em certos dias, insuportável. E não gosto de me sentir assim, porque tenho consciência que pioro tudo. Tenho que continuar com pensamento positivo, apesar de parecer impossível, a esperança só pode mesmo ser a última a morrer.

13 novembro 2012

Momentos duros = momentos tolos

Somos uma equipa daquelas boas mas boas! Sem claques, mas cheios de força e motivação para alcançar os objectivos e ganhar, ganhar ganhar! A nossa meta? Estabilidade e paz.. Tão simples não é? Mas mesmo com esta conturbada fase conseguimos ser felizes. Incrível. O meu apoio, a minha rocha é ele. Como é. Consegue-me ver sempre o lado da resolução quando eu estou completamente desfocada do caminho. De fora aparento ser forte e até secalhar algo insensível perante algumas situações..mas tudo cá dentro fervilha até ao dia em que algo explode em mim e desabo que nem uma Maria Madalena. Mas preciso disso, para voltar à força e frieza que são necessárias para encarar os problemas da vida. São esses momentos que me tornam ainda mais rija e dura de roer. Obstáculos? Pedragulhos? Venham eles, têm aqui uma equipa à prova de bala para vos ultrapassar!
Outra coisa interessante..é que quantos mais problemas temos, mais tolos ficamos. Damos por nós a rirmos de parvoíces que fariam qualquer um chorar de medo! Cantar? Dizer baboseiras? É a nossa maneira peculiar de deitar tudo cá para fora. E eu gosto que assim seja  :)

12 novembro 2012

Sem título


Esta fase nunca mais acaba? Tem sido uma roda viva de problemas em todos os aspectos da nossa vida, que já começamos a acreditar que temos que ir à bruxa. Tocamos a nossa vida para a frente, e no geral conseguimos estar sempre bem e tranquilos, com atitude de que estarmos juntos conseguimos tudo! Mas há dias que cansa bolas, parece que estamos constantemente a lutar contra um muro que não cede. Um problema resolve-se, vem logo outro de seguida ocupar o seu espaço vazio. Depois como temos sempre uma atitude positiva, e de estar tudo bem, as pessoas ao nosso redor não têm sequer noção do que temos passado nos últimos meses/ano. Só há uma pessoa que sabe e acompanha de perto tudo o que nos acontece, e é a primeira a dizer que estamos embruxados! Não é normal, juro. Desde o ínicio deste ano, já ficámos desempregados, já tivémos problemas de saúde gravíssimos, já vimos pessoas que amamos a sofrer mais que nunca e praticamente semana sim semana não temos uma novidade má a chegar até nós. Não fazemos mal a ninguém e queremos ver todos felizes. Azar, deixa-nos em paz! não pode recair todo sobre as mesmas pessoas ok? Não costumo deitar isto cá para fora, mas secalhar é isso que preciso de começar a fazer para ver se algo melhora. Libertar os azares, para eles se irem de uma vez! Xô!

17 outubro 2012

As voltas da vida


Mas será que, para variar, podemos receber boas notícias? Já cansa tanto mas tanto, um ano inteiro cheio de problemas e precalços e tristezas. Precisamos de paz. Precisamos pelo menos de saber que vamos conseguir ultrapassar todos estes pedragulhos que se têm atravessado à nossa frente. Na falta de dinheiro, desespera-se mas há-de haver sempre onde recorrer, mas na falta de saúde, só pode haver esperança, fé e força interior para acreditar na conquista de melhoras. É o nosso bem mais precioso e só quando falha é que conseguimos entender a nossa pequinice nesta vida. Sei que vai ficar tudo bem, os azares nem sabem com quem se meteram, vão ter muito que persistir para nos derrubarem, porque a nossa força move montanhas.

09 outubro 2012

também há tristezas por aqui..

Quando as pessoas me desiludem por algum motivo (geralmente muito forte), eu simplesmente "desligo" delas. Não sei se é defeito, se qualidade, porque realmente não ganho nada com isso, mas não consigo de maneira nenhuma, pelo menos durante um tempo, voltar a ser o que era antes com essa pessoa. Mas até mesmo para me relacionar normalmente com ela, existe em mim um período de uma espécie de luto. É díficil explicar esta minha barreira, mas é de facto um dos momentos mais tristes porque quando se trata duma pessoa de família próxima, a desilusão ganha proporções ainda maiores. E ainda não consegui perceber se essa pessoa se apercebeu do quanto me está a desiludir quase que deliberadamente. Mas eu não lhe consigo expressar sequer o quanto estou triste e isso reflete-se no meu silêncio. Confuso não? Funciono assim, sei que é mau, mas não consigo evitar. Para pessoas tão chegadas, o silêncio e o olhar, não deveriam ser suficientes para nos lermos e descodificarmos facilmente? Dou voltas e voltas e não consigo mudar isto em mim. Preciso de mais um tempo para clarificar tudo na minha cabeça e tentar duma vez por todas expressar-me e deixar tudo às claras e resolvido. Sinto falta de amar essa pessoa sem barreiras..

13 julho 2012

No battery


Ok já estou um pouco atrasada...
Se este sábado passado, a sorte estivesse um bocadinho do nosso lado, estariamos agora de papo para o ar a gozar umas tão merecidas mini-férias!