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15 março 2013

Da crise

Vejo tantas injustiças neste meu Portugal que ás vezes custa-me acreditar que ainda somos todos humanos e não uns pequenos grandes monstrinhos. Eu detesto e aliás, praticamente nunca falo da crise por que estamos a passar. Não gosto de enfatizar e dar valor a uma coisa que quero bem longe de mim. Eu estou a passá-la, financeiramente ainda não graças a Deus, mas de instabilidade sim, muita. Vejo famílias, casais, filhos, pais, a queixarem-se tanto tanto, Meu Deus, que agora não recebem subsídio, que não podem comprar a mala, o sapato, a roupa que querem sem pensarem duas vezes primeiro, que agora já não podem ir para o Brasil mas sim para a Costa da Caparica, que não sabem o que hão-de fazer à sua vida. Isso é só futilidade ou  parvoíce pura? Ou até pessoas desempregadas, ou melhor, falsas desempregadas (como há falsos recibos verdes, faço aqui uma analogia), pois para mim estarem a receber o subsídio e não fazerem NADA para arranjar trabalho, devia ser punido por lei! É crime...................e eu pergunto-me what?! só podem estar a brincar comigo. Não sabem o que é estar mesmo desempregado. Estarem sozinhos para se sustentarem com uns tostões ao fim do mês. Não sabem mesmo o que é estar no "isto está muito mal". Eu dou tanto mas tanto valor a isso.. Desde que vi a dificuldade que tive em arranjar trabalho em qualquer área, mesmo com formação e competências, não conseguia nada, tive a sorte de ter sido escolhida para onde estou e nem sei até quando estou. Tendo vivido o desemprego dele que todos os dias ía à luta. E nós somos apenas um casal jovem, sem filhos (sem contar com o Udy claro), sem grandes gastos e já nos víamos aflitos por termos medo de um dia não termos um pé-de-meia onde recorrer. Agora imagino uma família inteira, com o casal muitas vezes os dois desempregados, os filhos na escola, obrigações...eu imagino o terror dessas pessoas! Não dá para entender sem se passar realmente por isso. Mas há que respeitar e apoiar essas pessoas. Sou incapaz de dizer a um desempregado, que opá agora não sei ainda muito bem o que fazer porque comecei a receber menos tostões para ir de férias! e a pessoa com o coração nas mãos, com um pesar imenso, a ter que levar com bajulices parolas! Revolta-me, juro, devíamos todos olharmos para dentro de nós e vermos a figurinha triste que fazemos. 

06 março 2013

Meu corpo e mente


Desde que comecei no meu novo trabalho - em Dezembro, que emagreci imenso. Como não páro quieta, pareço uma formiguinha trabalhadora, dum lado para o outro, e com stress acumulado, resulta em muitos quilos perdidos. Por um lado, foi bom porque há sempre partes que prefiro estar mais magra, mas por outro, não gosto, porque emagreço também nos sítios que gosto de estar mais "cheiinha" (e tenho que comprar algumas peças de roupa novas). Gostava de ter mudanças de peso bem distribuídas, mas também sei que isso quase só é possível com um plano de exercício físico, coisa que, admito, não faço. Perdi completamente o ritmo de exercício, mas sinto falta. Faz-me bem ao corpo e à mente. Quando fazia regularmente, sentia-me mais leve mentalmente, liberta de stress e ao me cansar de forma saudável, conseguia depois descansar e dormir muito melhor do que agora. Apesar de chegar cansada a casa, o trabalho fica gravado na cabeça e até na cama estou a pensar e rever o meu dia e o que será do dia seguinte. Ou seja, o meu descanso é irrelevante e praticamente nulo. Deito e acordo de cabeça cheia, não de forma negativa, porque graças a Deus estou a gostar muito do que faço, mas preciso de criar uma barreira saudável entre tempo/trabalho e tempo/casa. Noto isso por exemplo nas conversas com ele. Sinto que preciso de desbobinar tudo o que aconteceu no meu dia e que não tive oportunidade de partilhar como ninguém e como falamos tudo um com o outro, deposito toda a informação nele. Mas sei que também é desgastante da parte dele, apesar de ele ouvir e conversar e não reclamar nada, mas sinto que trago muito do trabalho para casa que não é necessário. Só consigo estar "desligada" nas minhas folgas. Aí, acordo de manhã, meto música a tocar e estou off para o mundo. Contudo, nos dias normais preciso de perceber um limite e acho que um exercício, uma ocupação física, me permitirá estar muito mais leve e conjugar bem o físico e a mente. 

12 fevereiro 2013

Das formas


Nunca fui uma rapariga magrinha. Sempre tive uma estrutura mais larga, talvez porque pratiquei natação logo desde muito cedo e muito intensamente. Na minha fase pré-/adolescência já tinha umas pernas bem mais grossas e uns ombros mais abertos que as outras raparigas e até mesmo um peito maior. Na altura e anos seguintes, senti-me sempre "gorda" porque - apesar de não o ser - não correspondia à imagem de mais elegante, então sempre me inferiorizei um pouco por aí. Nunca me sentia verdadeiramente bonita, sensual, bem comigo mesma em relação ao meu corpo. Chegou uma altura então que, atravessei uma fase menos boa, e comecei a perder o controle total no meu peso. Não gostava suficientemente de mim mesma para me apreciar e cuidar e isso refletiu-se na minha imagem. Depois, a partir do momento em que conheci o meu namorado, mudei completamente a forma de olhar para mim mesma. Ele fez-me sentir a mulher mais perfeita do Mundo e eu..bem eu, comecei a sentir-me bem comigo mesma, mudei drásticamente a minha forma de me ver e sentir. Não só por me sentir amada, mas comecei a olhar para mim, a analisar-me e aprender a gostar. A melhorar aquilo que tinha a melhorar, e mesmo as coisas que não gostava assim tanto, a aprender a aceitá-las. Fez-me ver que não quero mesmo ser magrinha, não condiz comigo. Quero ser eu, voluptuosa tal como sou, sensual ao meu jeito, bonita como me sinto (nem sempre claro). Porque afinal, é assim que nós mulheres nos devemos sentir, tenhamos ou não a figura "ideal", temos que trabalhar o que temos, aprendermos a sentirmo-nos bonitas como somos, porque assim ninguém vai achar o contrário e deixam de haver tantas inseguranças. Eu ainda as tenho, verdade, mas porque faz parte do meu feitio, timida, é a gostar de mim primeiro, como sou que me sinto plena. Todos temos dias altos e baixos, mas o nosso melhor trunfo é a confiança em nós mesmas, temos que aprender a conquistá-la aos poucos.

11 fevereiro 2013

Das vestimentas


Estou sériamente a precisar duma renovação total do meu roupeiro. 
Tenho tanta roupa antiga que vou guardando e guardando para "quando for um bocadinho mais magra", ou para "quando esta moda voltar".. essas coisas assim, eu sou desse tipo. 
Custa-me muito deitar coisas fora, principalmente peças de roupa que, por algum motivo, um dia, dei o meu dinheiro, que vou acumulando roupa..bem..tralha!
Mas chega a uma altura em que sinto necessidade de reciclar. Mudar de ares, descobrir novas cores e padrões que não me arriscaria a usar. Para isso só preciso de tempo, dinheiro e vontade de encarar horas em lojas. Ora como por enquanto ainda não tenho muito dessas 3 coisas..vou já empacotando aquilo que não uso mesmo! Pode ser que faça uma feira com isto tudo..

29 janeiro 2013

Ando uma lamechas

Quem, mas quem, no seu perfeito juízo, dá-lhe vontade de chorar de tanta emoção de ver mulheres - lindas - grávidas a comprar roupinhas de bebé? Quem, digam-me, quem se emociona a ver a publicidade da tv do continente da feira do bebé? Juro..ou é uma disfunção lacrimal qualquer, ou ando mesmo a ficar demasiado lamechas!

26 janeiro 2013

Palavras soltas

 
A vida ensina-nos tantas coisas e como eu gosto de aprender e sempre gostei.
Mesmo quando aprendo lições más - ou melhor dizendo, menos boas -  gosto de as aprender. Sinto que subi mais um degrau na minha aprendizagem pessoal. Sinto-me até digo, mais poderosa! Sim. Porque posso lidar com esse novo conhecimento e jogar com ele ou proteger-me dele à minha maneira. Há quem, com isso, talvez de medo ou receio, comece a criar máscaras e a refugiar-se do que é menos benéfico para si, mas com isso cavam um enorme fosso entre si mesmo e a realidade. Camuflam-se e muitas vezes deixam a sua essência desaparecer por entre tantos medos. Eu não me mascaro, mantenho-me integra à minha forma de ser pois é aquilo de mais rico que tenho! Mas com essas aprendizagens completo-me duma forma brutal, sim de novas armas e bagagens de vida que basicamente só me ajudam a ir em frente e a melhorar sempre. Todos nós já sabemos que é com os erros que aprendemos, ora, não só com os nossos mas com os dos outros e aprende-se realmente muito. A perder um pouco da nossa inocência é verdade, mas se formos espertos, não a podemos perder totalmente, pois é ela que nos sustenta, que nos agarra à nossa origem de ser. Podemos estar mais alertas e precavidos, mas aquele pequeno modo de ser, fiel a si mesmo, é o que nos distingue dos outros e nos faz ser..especiais. Eu hoje sinto-me.... especial, por nada mais, apenas porque me quero sentir assim. É bom sabermos avaliarmo-nos no bom e no mau, mas acima de tudo,  valorizarmo-nos sempre.

06 dezembro 2012

Energias

Ontem depois dum longo e frustrante dia de trabalho, telefonei à minha mãe para saber dela. O que vale é que da maneira dela ser tão livre e mística, me faz rir e sentir também eu mais leve.
Então depois de desabafar tudo o que tinha a desabafar, me diz ela "filha, tens que te envolver em luz lilás". Para quem não conhece a minha mãe, acha isto uma tolice, mas a realidade é que ela justifica tudo o que diz com factos, não diz nada disparatado e sai tudo com a maior das convições, o que envolve qualquer um nas suas ideias. Então diz que a luz lilás significa proteção, é uma cor metafísica, que significa espiritualidade e intuição. Serve para a purificação e cura a nível físico, emocional e mental. Diz-me ela, que se projectar essa luz em tudo o que tenho e faço, consigo trazer até mim energias boas, de proteção e ajuda a encontrar novos caminhos. Uma pessoa quando está em baixo por algum motivo, entra numa espiral de negativismo tão grande, que se torna difícil de sair. E quando falo em negativismo, não é no sentido de sermos negativos e pessimistas, mas das próprias energias que estão ao nosso redor. É importante aprendermos a protegermo-nos, encontrarmos soluções, nem que seja através do espírito, que é no fundo aquilo que nos suporta em tudo, não é?
Envolvam-se em luz lilás! :)

 


03 dezembro 2012

Reflectindo-me


Apercebi-me porque algumas vezes me tenho sentido desnorteada e isso reflectir-se no meu humor. Preciso de sentir novamente que tenho o controle total da minha vida. Estou há demasiado tempo ao sabor do vento. Como já expressei aqui algumas vezes, o que mais me deixa triste e angustiada com a vida, é não ter estabilidade, não saber sempre com o que contar e principalmente não me sentir feliz em algo que tenho que fazer muitos anos na vida. Tenho a felicidade de ser uma pessoa preenchida e realizada a nível sentimental, tenho quem quero e quem me faz mais feliz. E isso por si, preenche praticamente tudo o resto na minha vida, mas a nível profissional ainda não consegui alcançar muito. Sinto-me ainda um pouco vazia nesse campo. Não me identifico nem me preencho em nada do que fiz até hoje e com o avançar das coisas, com esta loucura toda, da realidade actual do país, fico cada vez mais preocupada a pensar, primeiro, será que vou continuar a ter a sorte de conseguir sempre algum trabalho mas também,  será que alguma vez irei sentir paixão pelo que faço? E isso será suficiente para alcançar o que pretendo? Já fiz tanta coisa em tão pouco tempo, que começo a sentir sérias dúvidas que irei encontrar o meu lugar certo. Precido de me sentir sempre activa e feliz nesse sentido, é isso que me define, é isso que me falta. Faz-me falta a segurança, a certeza das coisas que me faz sentir livre para ser e fazer o que quero. É um constante pensamento de incertezas que me afecta o espírito e fico sensível a tudo. Fico em certos dias, insuportável. E não gosto de me sentir assim, porque tenho consciência que pioro tudo. Tenho que continuar com pensamento positivo, apesar de parecer impossível, a esperança só pode mesmo ser a última a morrer.

09 novembro 2012

Tumbas!


Mais um abre olhos. No início as pessoas são tão fantásticas e diferentes e agradáveis e prestáveis e com o tempo...lá se vai o meu encanto com pequenas e ações de desprezo e insignificância perante mim, porque já não sou "novidade". Para mim essas pessoas passam para o meu departamento de pessoas a só falar o estritamente necessário e sem qualquer interesse pessoal. Com muita pena minha, não consigo voltar a ser e gostar delas como antes. Sejam o que são desde o ínicio até ao fim! O que custa? É só uma questão de personalidade e coerência psicológica.

15 outubro 2012

daquelas coisas automáticas


...é começar a ouvir os genéricos das novelas portuguesas a dar e a minha mão automáticamente agarra no comando e muda o mais rápido possível de canal. Apreeee! Não gosto e por mais que tente não consigo gostar de novelas neste momento. Posso dizer até que a última novela que vi, quase que do início ao fim - não gravava nem deixava de sair de casa para ver - foi uma brasileira que dava no horário nobre na sic, a "Viver a Vida", aí de 2009 penso eu.  E comecei a ver e a gostar bastante, porque à hora que começava era quando eu e as minhas colegas da faculdade estávamos todas reunidas em casa da D preparmo-nos para mais uma directa de trabalhos. Então elas pegaram-me esse vício e eu até que gostei. Mas depois disso já tentei ver outras, mas ao fim do episódio....vá lá...um......desisti. Parece-me sempre tudo ao mesmo e farta como tudo ouvir sempre a Maria Jaquina e o Zé Manel que não se podem amar porque as famílias pertecem a classes sociais diferentes e odeiam-se muito! grrr..

16 agosto 2012

Mulheres ao volante


Medo constante. Não quero generalizar, até porque não acredito que sejamos todas assim. Para além de eu própria ser uma mulher condutora, não me considero perigosa e até tenho bastante precaução na estrada. Mas que há grandes malucas aos volantes de carros isso há! Há imensos homens, geralmente na casa dos 50 para cima que são um ai jesus na estrada. Ceguinhos, rabujentos e embirrantes, sem dúvida, mas os casos que mais apanho no meu dia-a-dia na estrada somos realmente nós: mulheres.
1º São bastante antipáticas e mázinhas na estrada. Praticamente nunca dão cedência, mesmo que seja para andarem 5m à frente e ficarem paradas no mesmo sítio. E quando sou eu a dar cedência não sabem agradecer e ainda olham pelo retrovisor para ver se eu reclamei. Descansem..eu raramente reclamo na estrada.
2º Não têm qualquer amor ao carro. Por dentro pode estar todo catita e cheio de flores e autocolantes Hello Kittys, mas de chapa geralmente parecem acabados de sair da sucata. O que inspira logo à partida, bastante confiança.
3º Pensam que são donas e senhoras da estrada. Querem mudar de faixa, pois ou mudam logo, sem sequer olharem primeiro pelo espelho, ou sim sra. fazem o pisca a que são obrigadas, mas não esperam sequer para a pessoa que vem a passar na faixa em questão tenha tempo de ver, calcular medidas e dar ou não possibildade de passar. Mas queiramos ou não, elas passam na mesma! 
4º Já se sabe que as mulheres são conhecidas por fazerem tudo e mais alguma coisa enquanto conduzem. Maquilharem-se, falar ao telemóvel com as amigas, arranjar as unhas..etc etc. Obviamente que não sou nenhum exemplo beatificado para ninguém, também tenho as minhas proezas, mas uma coisa eu tenho a certeza que faço e sou, tenho sempre a consciência que antes de ser um perigo para mim, o sou para outras pessoas que nada têm a ver com as minhas peripécias e sempre que vejo que para fazer algo tenho que tirar os olhos da estrada por 2 segundos seguidos, simplesmente não o faço ou páro o carro na berma para o fazer. Simples não é?
Para além destes, existem uma série de outros exemplos que vos poderia dar em relação à maluqueira das mulheres na estrada. Obviamente todos cometemos os nossos erros, já sofri um acidente, por minha causa, mas fui a única a sofrê-lo. Já tive bastantes sustos que poderiam ter sido evitados, mas sou bastante consciente e sinto que com cada erro aprendo a não cometer o próximo. Se tentássemos ser todas assim, possivelmente deixaria de haver este "mito" de mulheres ao volante. Até lá, com base no que assisto, não posso deixar de concordar.

14 agosto 2012

Me # 13

 
Ao observar a realidade que me rodeia, às vezes gostava que as pessoas fossem só um bocadinho mais originais, assim tornavam o Mundo tão mais vivo, interessante e enriquecedor.

02 agosto 2012

Um pequeno devaneio


Eu sou tão feliz com quem sou e com o que tenho. Não me estou a vangloriar, mas é bom expressarmos-nos. Há pessoas desagradáveis apesar das suas qualidades e outras encantadoras apesar dos seus defeitos. Não sou rica nem probre. Não sou linda de morrer, nem feia que nem uma porta, não sou duma inteligência rara, nem duma burrice pegada. Não sou exagerada nos meu actos, nem sonsa de aborrecer. Sou meio-termo. Sei viver com o que tenho, com o que sinto, com quem tenho a meu lado, com o que faço para e com a minha vida. Se tenho as coisas, foi porque fiz para as ter, não fiquei sentada à espera que alguem fizésse por mim. Se há pessoas que lhes dá urticária pensar sobre isso, é melhor irem ver isso ao médico porque eu não tenho a receita e tenham cuidado pois pode-se tornar crónica.

"A razão pela qual algumas pessoas acham tão difícil serem felizes é porque estão sempre a julgar o passado melhor do que foi, o presente pior do que é e o futuro melhor do que será."

Vivam com o que são e orgulhem-se nisso, pois a partir desse momento vão ser capazes de amar e serem verdadeiramente felizes.

30 julho 2012

Uhm?


Já é segunda-feira?
Dia de trabalho e não de férias?
Humpft....

09 julho 2012

Resumo

Resumo das últimas semanas (meses) na minha vida:

- Tinha dois trabalhos, deixei de ter um. Agarrei um novo, voltei a ter dois. Deixei de ter outro, passei a só ter um a metade do tempo. Nada com futuro.

- Muito reboliço nas empresas durante esse processo.

- Mil entrevistas, com juras e promessas e zero de resultados.

- Udy prega-nos um susto de morte. Ficou com osso de fluor preso na traqueia. Mal consegue respirar. Urgência, horas e horas de terror e pânico. Submetido a endoscopia, internamento. Veterinário diz-nos que foi milagre. Duas noites internado. Semanas de muitos medicamentos e sustos. Recuperação TOTAL!!!!! Udy igual a antes! (Aliás..no dia em que volta a casa..é como se nada se tivesse passado, numa b-o-a!)

- Medos, instabilidades e inseguranças no trabalho dele.

- Resultados. ÓPTIMOS! Excelentes notícias. Novo recomeço, novo ânimo.

- Acidente, susto, muito medo. Um péssimo timming, uma notícia que nunca queremos receber. Menos bons prognósticos mas óptimas esperanças!! Vai correr tudo bem, e eu acredito que quando há um amor do tamanho do Universo há força para tudo na vida.



Não fazemos mal a ninguém .. e só temos reviravoltas. Mas somos fortes e imparáveis, e eu já disse INABALÁVEIS?

Xôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôô azar, só estou disponível para boas novidades e coisas positivas!!!!!




Das energias

Como a minha mãe diz e muito bem, o mundo está cheio de energias. Umas más, corrompidas, outras boas e cheias de vida. Eu como assim, acredito na força das energias, boas e más, posso não ser religiosa, não acreditar N'um ser superiror, mas acredito em energias, da natureza, das coisas, dos animais e pessoas. E acredito também que se plantarmos boas energias para o Mundo, são essas mesmas que nos são retribuidas, mas que ao longo da vida temos que arcar com uma série de novas energias das quais não estávamos preparados e que nos prejudicam muito. Queiram interpretar estas energias nas pessoas com a distinção entre pessoas boas ou más, não defino tanto assim, mas sim com atitudes, pensamentos e vontades positivas ou negativas que vão variando no espaço e no tempo. Já conheci  muito boas energias, continuo a conhecer e reconhecer quando as sinto. É maravilhoso conviver, partilhar e admirar almas boas. Mas as más muitas vezes não as conhecemos perto de nós mas elas rondam-nos, sem sabermos. Daqui associo a ideia de invejas, maus-olhados, maus desejos para com a vida e felicidade dos outros. Custa-me muito a acreditar nestes conceitos um pouco medievais digamos, mas começo também já a suspeitar de que realmente possa mesmo existir e que acaba mesmo por interferir na nossa vida. Ás vezes penso, que de facto as pessoas desejam mal quando vêm os outros felizes com uma boa vida. Não queria acreditar que isso era verdade, mas acredito hoje. Depois de tudo o que vi, ouvi e presenciei na minha vida e na dos que me rodeiam, acredito solenemente que temos que nos proteger. Adoro partilhar, adoro mostrar como sou nos bons ou maus momentos, mas sinto que cada vez que atravesso um bom momento, há sempre alguém que me mostra...mas isso será bem assim? Que mete em dúvida a minha felicidade e que parece que faz juras de que não vai durar muito. E eu ingénua, não penso nisso. E depois há sempre qualquer coisa que vem e que acontece mesmo e que derruba essa felicidade. E já ultrapassei a fase do achar demasiadas coincidências na minha vida. Preciso de me resguardar, proteger e salvaguardar o meu bem-estar e dos meus. Mas continuo, ingénuamente, a não compreender a razão do porquê de existir a necessidade de sentir esses tipos de maldade, de existirem energias tão medríoces que não conseguem brilhar por elas próprias e que necessitem de sugar a felicidade e pureza de outras. Para essas almas digo: vivam a cores!


26 junho 2012

Julho, meu amor


Será o mês do recomeço, de finalmente podermos respirar tranquilamente e simplesmente aproveitar os momentos bons da vida. Lutámos e esperámos que o nosso esforço fosse recompensado. Nada acontece por acaso e se tivémos que percorrer este amargo caminho até aqui é porque tinhamos que conhecer o lado mais negativo da vida, das pessoas e das circunstâncias. A partir daqui é sempre a melhorar, com certeza com bastantes calos e mais receios que antes, mas faz parte da aprendizagem da vida, aprendermos com os erros e com os azares, só assim damos real valor ao que verdadeiramente importa. Mas uma coisa que já tinha a certeza antes, ficou ainda mais reforçada depois deste percurso: a certeza de quem quero a meu lado. Tu e eu meu amor, sempre.

22 junho 2012

Modo off


É mais ou menos isto que me tem passado pela cabeça nos últimos dias. Gatafunhos e mais gatafunhos de pensamentos! Posso afirmar com convicção que tem sido das piores temporadas para se viver em mim. Tanta coisa para resolver, pensar, temer, sofrer, ansiar, espectar..eu sei lá! A vida dá mais voltas do que pensamos e parece que quando vem um problema, todos os azares nos arrombam a porta sem pedir permissão. Masssssss...nunca em momento algum desistir e seguir e seguir e seguir e em frente, mesmo que o caminho seja cheio de buracos e lama, só tentando atravessá-lo é que obtemos respostas.

06 junho 2012

Abram a mente minha gente


Há coisas que me irritam um bocadinho, principalmente quando depois de terem sido explicadas e refutadas uma série de vezes a algumas das pessoas que deveriam ser as primeiras a compreender. De que me vale pensar única e exclusivamente focar-me em arranjar trabalho na minha área, se pura e simplesmente a minha área é exclusiva a cunhas e boas amizades, ou sinónimo de chulice e precariedade até mais não? Digam-me lá. De que me vale ficar meses em casa a desesperar por trabalho na minha área, se depois de dezenas de contactos, não me valem de nada porque simplesmente não aceito ser escravizada em pleno século XXI?
Há pessoas que ainda não perceberam que eu já não vivo em sonhos nem em se's, mas em coisas palpáveis, concretas, realizáveis e de preferência com alguma rentabilidade.
Depois parece que ficam cheios de pena, porque a coitadinha tirou um curso e agora trabalha na primeira coisa que lhe apareceu à frente. E que até há 5 anos atrás na minha área ganhava-se rios de dinheiro e era-se muito feliz por isso, mas esquecem-se que só se ganha isso fazendo-se um pacto com o Diabo e prescindindo de ter vida pessoal. Mas até para chegar até aí é preciso ser-se muito amiga do amigo do sub-director da empresa x ou y ou ter um tio com grande influência, ou ter uma sorte do caneco! É por essas e por outras que vejo pessoal na minha área com 40 anos que mesmo que queiram não podem construir uma família porque as cirscunstâncias do seu trabalho não o permitem. Tenho colegas desta área que sim sr. recebem um bom ordenado mas que são infelizes como uma porta. Eu não estou para isso. Juro. Tenho a certeza que vou ser muito mais feliz e sentir-me muito mais concretizada a trabalhar no primeiro sítio em que me aceitarem, minimamente de valor, mas que me permita ter uma vida e construir um futuro, de preferência com família que é o que mais prezo. De que me serve receber imenso dinheiro se com pouco tenho tanto mais?
Não quero ser mais uma estatística, quando surgir uma boa oportunidade serei com certeza a primeira a aceitar, mas até lá faço-me à vida, porque antes de ter um canudo já tinha duas mãos boas para trabalhar.

18 abril 2012

Sobre casar


Possivelmente um dos temas mais discutidos e com opiniões mais distintas que se possa abordar.
Casar ou não casar? Sonho? Desejo? Obrigação? Cultura? Educação? Tantas coisas que podem interferir na decisão de casarmos ou não.
Desde pequena que o meu sonho era ser mãe. Lembro-me bem de mim miúda a brincar com os nenucos toda meiga e maternal como se fossem os meus bebés de verdade, e mesmo na adolescência pensava..um dia quando for mãe isto..quando for mãe aquilo... mas confesso-vos que nunca sonhei em casar. Já passei por fases em que penso, deve ser realmente um passo muito bonito a tomar. A "verdadeira" união do amor entre os dois. A festa com a família e amigos, a emoção que deve ser vivemos esse dia tão marcante e único nas nossas vidas. Mas depois penso..que mudaria isso na minha vida? Até que encontrei-o...a minha alma gémea, vivemos juntos há quase dois anos, fazemos a dita vida de casados. Partilhamos tudo, vivemos intensamente sozinhos e com a família de ambos. E com ele já deparei comigo mesma a sonhar isso..um dia talvez... Não digo que não o faria até porque penso que se um dia ele me pedisse em casamento, ia às nuvens e ficava por lá..sei que é uma coisa muito nossa..muito feminina talvez. A ideia do compromisso, da beleza do conceito em si. Imaginar um dia, cheio de sol, com as pessoas mais importantes da nossa vida a assistirem às nossas juras de amor..é em si uma ideia que me traz muita felicidade e emoção.
Mas depois há sempre o reverso da moeda, não vivo apenas em sonhos...e sei que cada caso é um caso, e não generalizo nada, mas já vi N situações de casais que namoram, são super cúmplices, companheiros, amorosos e depois casam-se e  puff...parece que acaba a magia..
Vejo por exemplo casos também de pessoas que se casam não por terem esse sonho, mas por outras questões tão supérfulas, que penso, não deveria ser esse o motivo em ocasião nenhuma. Como, fazer favor à família, ou apenas porque na nossa cultura são mais respeitados enquanto casal casado oficialmente, ou como a minha prima me disse: para depois quando tivermos um filho e tal.... mas que diferença faz isso??
Adoro ver pessoas que se amam a casar, adoro a festa (nada de muito exuberante, quanto mais simples e íntimo mais gosto), adoro as trocas de votos, adoro ver a família emocionada, adoro a lua-de-mel, adoro tudo o que envolve a festa que é o casamento..mas não gosto de ver pessoas a fazê-lo pelos motivos errados, a não o fazerem com o coração! Exemplo disso é ver noivas no dia de casamento que mais parecem que vão explodir de tanto nervosismo de querer a boda perfeita, com os talheres, os pratos, a toalha de mesa, perfeitos e depois esquecem-se de relaxar e aproveitar o próprio dia que é suposto ser o dia mais descontraído, mais tranquilo, mais feliz das suas vidas. Não gosto da ideia de ter que estar a fazer uma boda para agradar a tia, o tio, a prima que não vê há 10 anos..e não a eles próprios!