Adoro ser mulher. Fazer coisas de mulher, cuidar de mim, mudar e inovar sempre. Adoro sentir-me mulher, bonita, vaidosa, sensual, sedutora. Adoro sentir e falar como uma mullher, calma, compreensiva, assertiva, mas também eloquente, apaixonada e cintilante. Ser mulher é ser tanto, que no nosso dia-a-dia não nos apercebemos. Temos o dom da beleza e da presença, quando estamos num sítio somos sempre o maior brilho. Temos o dom da palavra e do contacto humano, temos aquele sexto sentido e sentimos sempre a pureza das coisas. E quanto mais conhecemos o Mundo mais ele se torna nosso. Agarrem o vosso dia e a vossa vida e sejam mulheres assim, tal como são, lindas, reais e poderosas.
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06 agosto 2012
02 agosto 2012
Um pequeno devaneio
Eu sou tão feliz com quem sou e com o que tenho. Não me estou a vangloriar, mas é bom expressarmos-nos. Há pessoas desagradáveis apesar das suas qualidades e outras encantadoras apesar dos seus defeitos. Não sou rica nem probre. Não sou linda de morrer, nem feia que nem uma porta, não sou duma inteligência rara, nem duma burrice pegada. Não sou exagerada nos meu actos, nem sonsa de aborrecer. Sou meio-termo. Sei viver com o que tenho, com o que sinto, com quem tenho a meu lado, com o que faço para e com a minha vida. Se tenho as coisas, foi porque fiz para as ter, não fiquei sentada à espera que alguem fizésse por mim. Se há pessoas que lhes dá urticária pensar sobre isso, é melhor irem ver isso ao médico porque eu não tenho a receita e tenham cuidado pois pode-se tornar crónica.
"A razão pela qual algumas pessoas acham tão difícil serem
felizes é porque estão sempre a julgar o passado melhor do que foi, o
presente pior do que é e o futuro melhor do que será."
Vivam com o que são e orgulhem-se nisso, pois a partir desse momento vão ser capazes de amar e serem verdadeiramente felizes.
01 agosto 2012
18 julho 2012
Note this
O meu namorado agora que virou semi-aleijadinho está uma coisa tão fofa!
Ele olha para as pessoas de cadeira de rodas com um ar de compaixão como nunca antes vi. Ele diz que agora entende a vida difícil que é a de pessoas com algum tipo de deficiência motora. Ele pede-me as coisas com a maior fofura do mundo. Ele sente-se desconfortável de estar sempre com um braço atado ao peito e praticamente imóvel e a ter que me pedir para o ajudar numa série de coisas. E eu, eu acho que ele está mais lindo que nunca..
Acho que este susto ajudou-o a ganhar outras perspectivas de vida totalmente diferentes, que lhe deu mais sensibilidade, mais calo para os obstáculos que a vida nos trás e que lhe deu acima de tudo a força e determinação para lutar e perceber que a vida que temos é de facto para se dar muito valor e para ser aproveitada ainda mais do que já é.
06 junho 2012
Abram a mente minha gente
Há coisas que me irritam um bocadinho, principalmente quando depois de terem sido explicadas e refutadas uma série de vezes a algumas das pessoas que deveriam ser as primeiras a compreender. De que me vale pensar única e exclusivamente focar-me em arranjar trabalho na minha área, se pura e simplesmente a minha área é exclusiva a cunhas e boas amizades, ou sinónimo de chulice e precariedade até mais não? Digam-me lá. De que me vale ficar meses em casa a desesperar por trabalho na minha área, se depois de dezenas de contactos, não me valem de nada porque simplesmente não aceito ser escravizada em pleno século XXI?
Há pessoas que ainda não perceberam que eu já não vivo em sonhos nem em se's, mas em coisas palpáveis, concretas, realizáveis e de preferência com alguma rentabilidade.
Depois parece que ficam cheios de pena, porque a coitadinha tirou um curso e agora trabalha na primeira coisa que lhe apareceu à frente. E que até há 5 anos atrás na minha área ganhava-se rios de dinheiro e era-se muito feliz por isso, mas esquecem-se que só se ganha isso fazendo-se um pacto com o Diabo e prescindindo de ter vida pessoal. Mas até para chegar até aí é preciso ser-se muito amiga do amigo do sub-director da empresa x ou y ou ter um tio com grande influência, ou ter uma sorte do caneco! É por essas e por outras que vejo pessoal na minha área com 40 anos que mesmo que queiram não podem construir uma família porque as cirscunstâncias do seu trabalho não o permitem. Tenho colegas desta área que sim sr. recebem um bom ordenado mas que são infelizes como uma porta. Eu não estou para isso. Juro. Tenho a certeza que vou ser muito mais feliz e sentir-me muito mais concretizada a trabalhar no primeiro sítio em que me aceitarem, minimamente de valor, mas que me permita ter uma vida e construir um futuro, de preferência com família que é o que mais prezo. De que me serve receber imenso dinheiro se com pouco tenho tanto mais?
Não quero ser mais uma estatística, quando surgir uma boa oportunidade serei com certeza a primeira a aceitar, mas até lá faço-me à vida, porque antes de ter um canudo já tinha duas mãos boas para trabalhar.
Não quero ser mais uma estatística, quando surgir uma boa oportunidade serei com certeza a primeira a aceitar, mas até lá faço-me à vida, porque antes de ter um canudo já tinha duas mãos boas para trabalhar.
Perspe(c)tivas
Pois que há dias assim em que nos sentimos a ser levados pelo vento. Ontem no caminho do trabalho para casa pus-me a pensar como é incrível como as perspectivas da vida mudam ao longo dos anos.
Lembro-me em adolescente pensar e sonhar num futuro profissional que não me deixasse ficar quieta, com horários malucos, constantes novidades ou missões quase impossíveis. Hoje vejo que a minha felicidade não passa de todo por aí. Quero e preciso de paz, tranquilidade, segurança, estabilidade, seja onde for e a fazer o que for, pois só tendo isso consigo então ter os meus adorados momentos de loucura. De desvaneio. De "bora ali hoje?, bora!", porque só assim consigo ter uma base sólida para quase tudo o que faço na vida e enquanto não alçancar isso, sinto-me em alguns dias um tanto ou quanto a flutuar.
04 maio 2012
Fim de um capítulo
E assim foi, o fim de um capítulo...o meu último dia de trabalho na empresa para a qual trabalhei 2 anos. Saio de consciência tranquila, tendo plena noção que dei tudo de mim nas funções que tinha a desempenhar. Saio, mas segundo o que me foi dito hoje, com portas e janelas abertas. Quase que com um cartão de acesso livre, caso daqui a um determinado tempo ambas as partes desejem trabalhar juntas novamente. Quanto a eles não sei..mas quanto a mim..não sei se conseguiria voltar a uma empresa, em que apesar de tudo, me deu trabalho e coisas boas obviamente (três amizades e pessoas que guardadei para sempre no meu coração) como algumas experiências que me fizeram crescer, mas que me trouxe também muita desilusão e tristeza com as pessoas no geral. Confrontei-me com a dura realidade de que existem pessoas más e mesquinhas e que desejam mal aos seus próximos e se sentem bem com elas próprias em prejudicar outros...coisas que por mais que cresça e amadureça, nunca hei-de compreender e aceitar.
Para além disso, para a frente é que se faz o caminho e nunca digo nunca, mas só mesmo em último recurso aceitarei ou quererei voltar. Tenho fé que encontrarei algo que me realizará muito mais e que permitirá evoluir positivamente, o que infelizmente ali nunca consegui. Das coisas más podem sempre adver outras boas..muito boas até!
Um bom fim de semana a todos! Eu cá vou para a terra, estar com os meus, encher-me de mimo e boas distrações. Vamos levar o Udy pela primeira vez à casa da família, convivermos todos juntos, passearmos, descansarmos..tudo a que temos direito num verdadeiro fim-de-semana de família! :)
Beijinho!*
27 abril 2012
Me # 10
Será que uma má notícia pode anteceder uma nova e melhor fase da vida?
É isso que estou à espera para ver....
Bom fim de semana a todos *
18 abril 2012
Sobre casar
Possivelmente um dos temas mais discutidos e com opiniões mais distintas que se possa abordar.
Casar ou não casar? Sonho? Desejo? Obrigação? Cultura? Educação? Tantas coisas que podem interferir na decisão de casarmos ou não.
Desde pequena que o meu sonho era ser mãe. Lembro-me bem de mim miúda a brincar com os nenucos toda meiga e maternal como se fossem os meus bebés de verdade, e mesmo na adolescência pensava..um dia quando for mãe isto..quando for mãe aquilo... mas confesso-vos que nunca sonhei em casar. Já passei por fases em que penso, deve ser realmente um passo muito bonito a tomar. A "verdadeira" união do amor entre os dois. A festa com a família e amigos, a emoção que deve ser vivemos esse dia tão marcante e único nas nossas vidas. Mas depois penso..que mudaria isso na minha vida? Até que encontrei-o...a minha alma gémea, vivemos juntos há quase dois anos, fazemos a dita vida de casados. Partilhamos tudo, vivemos intensamente sozinhos e com a família de ambos. E com ele já deparei comigo mesma a sonhar isso..um dia talvez... Não digo que não o faria até porque penso que se um dia ele me pedisse em casamento, ia às nuvens e ficava por lá..sei que é uma coisa muito nossa..muito feminina talvez. A ideia do compromisso, da beleza do conceito em si. Imaginar um dia, cheio de sol, com as pessoas mais importantes da nossa vida a assistirem às nossas juras de amor..é em si uma ideia que me traz muita felicidade e emoção.
Mas depois há sempre o reverso da moeda, não vivo apenas em sonhos...e sei que cada caso é um caso, e não generalizo nada, mas já vi N situações de casais que namoram, são super cúmplices, companheiros, amorosos e depois casam-se e puff...parece que acaba a magia..
Vejo por exemplo casos também de pessoas que se casam não por terem esse sonho, mas por outras questões tão supérfulas, que penso, não deveria ser esse o motivo em ocasião nenhuma. Como, fazer favor à família, ou apenas porque na nossa cultura são mais respeitados enquanto casal casado oficialmente, ou como a minha prima me disse: para depois quando tivermos um filho e tal.... mas que diferença faz isso??
Adoro ver pessoas que se amam a casar, adoro a festa (nada de muito exuberante, quanto mais simples e íntimo mais gosto), adoro as trocas de votos, adoro ver a família emocionada, adoro a lua-de-mel, adoro tudo o que envolve a festa que é o casamento..mas não gosto de ver pessoas a fazê-lo pelos motivos errados, a não o fazerem com o coração! Exemplo disso é ver noivas no dia de casamento que mais parecem que vão explodir de tanto nervosismo de querer a boda perfeita, com os talheres, os pratos, a toalha de mesa, perfeitos e depois esquecem-se de relaxar e aproveitar o próprio dia que é suposto ser o dia mais descontraído, mais tranquilo, mais feliz das suas vidas. Não gosto da ideia de ter que estar a fazer uma boda para agradar a tia, o tio, a prima que não vê há 10 anos..e não a eles próprios!
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